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sábado, 3 de novembro de 2012

POR TODOS OS MOMENTOS

AGRADEÇO PELO PERFUME DAS FLORES

Quando acordo e vejo a luz,

me lembro de Ti, DEUS!
E agradeço pelo dom da vida
que me deste...

Agradeço pelas flores
que emprestam seu perfume
suaves e seus matizes para
enfeitar nosso mundo.

Um mundo que muitas vezes
se torna triste pela violência...
Mas que se quisermos, podemos
torná-lo melhor...

Agradeço pelo sol que ilumina a Terra,
pelo brilho suave e mágico das estrelas,
pelo brilho da lua que nos encanta
e nos leva a pensar no amor... na paz...

Agradeço pela chuva que nos fornece
os alimentos para a alma e o corpo.
Nesses momentos, no silêncio da noite,
ouvindo o barulhinho gostoso da chuva
que cai no telhado e respinga na vidraça,
eu procuro as respostas para a minha vida.

Minha vida, muitas vezes atormentada e
triste pelas dores, pela saudade
daquelas pessoinhas amadas que já se foram,
e também por aquelas que ainda estão aqui,
entretanto perdidas para nós!

Momentos belos, momentos tristes...
Momentos feios, momentos alegres...
Assim é constituída a nossa vida
e quando descobrirmos quão esses
momentos são importantes,
aprenderemos a ser mais felizes.

Agradeço a você,
que me está lendo do outro lado da telinha,
e que me oferece um sorriso,
ou uma flor virtual,
tornando este momento tão
especial para mim!

ASAS DA IMAGINAÇÃO

VOU DECOLAR

Quero voar!
Viajando neste universo
que brilha acima do meu telhado.
Vou decolar!

Com papel e caneta na mão,
e um bloco de anotações!
Soltarei as asas da imaginação.

Vou sair da terra, subir ao infinito,
Olhar nosso Planeta azul .
Sentir o além!

Quero dançar nas nuvens,
sair fora do normal.
Tocar o sol!

Pisar nas estrelas,
deitar em cima do Cruzeiro do Sul,
saltitar nas Três Marias
Sentar na Lua.

Visitar Marte.
Fotografar Deus e sua grandiosa arte!

De volta na boleia
de uma estrela cadente,
aterrissando na terra,
Pisando neste solo,
nascerá o poema mais bonito
escrito dentro do meu próprio "Eu"
(Texto de: Cora Maria)

ATOS DE AMOR

NUM MUNDO CHEIO DE TEMORES

Não é o mais forte das espécies
 que sobrevive, não é o mais inteligente,
 mas o que melhor responde às mudanças. 


Na mais profunda e densa escuridão,
o amor é mais saliente e magnífico do
 que qualquer treva.

 Na mais angustiante tristeza,
a esperança no amor e misericórdia
 de Deus tem a capacidade de criar
 uma força que esse mundo não conhece.

Se tudo está perdido, então há muito
 para se ganhar.
 Quanto mais confuso, barulhento
e complicado esse mundo se torna,
mais poder e vigor está
presente na quietude.

Quando o seu dia está cheio de hostilidade,
atos de amor têm a habilidade de
 mudar qualquer ambiente.

Num mundo cheio de temores
 e mentiras, é através da verdade
que este mesmo mundo ganha uma
nova e resplandecente luz.

É em tempos de grande descontentamento
 que as possibilidades de um real
contentamento se tornam ainda maiores.

 É num nível mais profundo que o
 bem prevalece, isto porque a verdade –
 na sua mais autêntica natureza –
 jamais poderá ser negada.

Nélio Da Silva

TEMOS QUE VIVER O AGORA

OLHAR O CÉU

Olhando o céu,

Verás que não estás sozinho,
Que o mundo embora grande, não é assustador,
Que a vida, complexa, é possível vivê-la.

Olhando o céu,
Verás uma grande esperança,
Que o mundo é uma criança,
Que és uma criança.

Olhando o céu,
Verás que se deve sonhar sempre,
Que acreditando nos sonhos,
És capaz de realizá-los.

Olhando o céu,
Verás que uma vida espera por todos nós,
Mas, para chegar lá,
Temos de viver o agora como se fosse
 tempo único.

Olhando o céu,
Verás amigos sorrindo,
Verás que, de mãos dadas, é mais fácil viver,
É mais fácil ser humano.

Olhando o céu,
Verás que os momentos da vida
Quando se tornam transcendentes,
Penetram em nosso interior e se eternizam.

Olhando o céu,
Verás a ti mesmo com toda a liberdade
E capacidade de amar que possuis.

Voar é possível, mesmo sem asas. 
Basta sonhar e amar!.


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

QUANDO CANTAM TUA CANÇÃO

CORREÇÃO NÃO É O CASTIGO,  
É O AMOR!


Quando uma mulher de certa tribo
 da África sabe que está grávida, 
segue para a selva com outras mulheres, 
e juntas rezam e meditam até que aparece
 “A canção da criança”.


Quando nasce a criança, a comunidade
se junta e lhe cantam sua canção. 
Logo, quando a criança começa sua
educação, o povo se junta e lhe
canta a sua canção.

Quando se torna adulto, a gente se junta
 novamente e canta.
Quando chega o momento de seu
casamento, a pessoa escuta sua canção.

Finalmente, quando a sua alma
está para ir-se deste mundo,
a família e amigos aproximam-se e,
como em seu nascimento,
cantam sua canção para acompanhá-la
na “viagem”.

Nesta tribo da África,
 tem outra ocasião na qual
os homens cantam a canção.

Se em algum momento da vida a pessoa
 comete um crime ou um ato social
 aberrante, levam-no até o centro do povoado
 e a gente da comunidade forma
um círculo ao seu redor. 
Então lhe cantam “sua canção.”

A tribo reconhece que a correção
 para as condutas antissociais não é o castigo;
 é o amor e a lembrança de sua
verdadeira identidade.

Quando reconhecemos nossa própria
 canção, já não temos desejo nem
necessidade de prejudicar ninguém.

Teus amigos conhecem a “tua canção”.
 E a cantam quando a esqueces.
 Aqueles que te amam não podem
ser enganados pelos erros que cometes,
 ou as escuras imagens que mostras aos demais.

Eles recordam tua beleza quanto te
sentes feio, tua totalidade quando estás quebrado,
tua inocência quando te sentes
culpado e teu propósito quando estás confuso.
*Tolba Phanem*
Poetisa Africana