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sexta-feira, 4 de maio de 2012

AINDA QUERO VOAR MUITO!





Passamos uma vida presos,
Qual pássaros em suas gaiolas!
 Medo de amar, de olhar a vida de frente...
 E naquele pequeno espaço,
Cantamos nossas  dores e sonhos!

Muitas vezes, as portas de
Nossas gaiolas se abrem...
Mas permanecemos ali, acostumados, Encolhidos nas nossas vontades e sonhos!

Não tenham dúvidas amigos,
À primeira oportunidade,
Devem alçar o vôo dos falcões,
Calmo, confiante, determinado!
Amem sem medo.
Não há dores eternas,
Lágrimas eternas, perdas eternas!
 Há sorrisos,
Esperando-lhes, dias de sol,
O abraço dos amigos, dos filhos.
E tantos sonhos lindos!
Um amor lhe espera,
Para com vocês, voar,
Voar
Porque a vida
É um recomeçar diário de um vôo!
  E gaiolas não foram feitas para
Pássaros...
 Tampouco para Falcões

(Desconheço o Autor)
 



O MAIOR TESOURO


Certa vez, um homem caminhava pela
praia numa noite de lua a cheia.
Pensava desta forma:

Se tivesse um carro novo, seria feliz;
Se tivesse uma casa grande, seria feliz;
Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz;
Se tivesse uma parceira perfeita, seria feliz,
Quando tropeçou com uma sacolinha
cheia de pedras.
Ele começou a jogar as pedrinhas uma a uma
no mar cada vez que dizia:
Seria feliz se tivesse...
Assim o fez até que somente ficou com uma pedrinha na sacolinha, que decidiu guardá- la.
Ao chegar em casa percebeu que aquela pedrinha tratava-sede um diamante muito valioso.
Você imagina quantos diamantes ele jogou
ao mar sem parar para pensar?
Assim são as pessoas... jogam fora seus
preciosos tesouros por estarem esperando
o que acreditam ser perfeito ou sonhando e desejando o que não têm, sem dar valor
ao que têm perto delas.
Se olhassem ao redor, parando para observar, perceberiam quão afortunadas são.
Muito perto de si está sua felicidade.
Cada pedrinha deve ser observada...
pode ser um diamante valioso.
Cada um de nossos dias pode ser considerado
um diamante precioso, valioso e Insubstituível.
Depende de cada um aproveitá-lo ou lançá-lo
ao mar do esquecimento para nunca mais recuperá-lo.
Você como anda jogando suas pedrinhas?
(que podem ser namorados, amigos,
trabalho e até mesmos seus sonhos).
A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre
dentro de nós enquanto vivemos.
(Desconheço o Autor)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

CIDADÃO, VIVA A DEMOCRACIA!!!


Dia do Parlamento

3 de Maio

LEI Nº 6.230 -27/07/1975

Sem sombra de dúvida, o Parlamento é o coração do próprio processo democrático.
A história do Parlamento brasileiro, em especial, é profícua.
Fomos o primeiro Poder Legislativo constituído da América Latina.
Já em 1823, reunia-se a Assembléia Constituinte.
Desde aqueles idos era o Legislativo destemido, enfrentando o anacrônico absolutismo monárquico e, muitas vezes, pagando caro por isso, pois a essência do Parlamento brasileiro é a coragem de enfrentar muitas vezes a ira do autoritarismo, mesmo que isso lhe custe a própria vida.
Outra característica essencial do Parlamento brasileiro é a luta contra o centralismo.
Prova cabal é o fato de a primeira revolta contra o poder central ter sido a proclamação da confederação do Equador, em 1824, movimento federalista inspirado no modelo estadunidense, preconizando um governo representativo, efetiva separação dos poderes e sistema republicano — movimento esse massacrado pelo Poder Executivo.
Dia do Parlamento
O segundo reinado caracterizou-se pela descentralização que fortalecia as províncias. Em 1847, o Imperador criou o cargo de primeiro-ministro, inaugurando o sistema parlamentarista de governo.
De 1847 até a proclamação da República, em 1889, o Brasil viveu em regime monárquico, parlamentarista e bipartidário, com os liberais e os conservadores se alternando no poder.
Mesmo com as limitações da época — voto censitário, escravatura, corrupção eleitoral — o regime era um modelo de estabilidade institucional na América Latina , mantendo, em ocasiões, o único Parlamento aberto na região.
Parlamento, não só no Brasil, mas no mundo, é o escoamento natural das grandes propostas do povo. Por lá circulam propostas no campo da educação, da saúde, da habitação, do trabalho, dos direitos humanos. Enfim, por lá pulsa o coração do país.
Essa é uma comemoração oportuna porque, ao valorizar a representação popular e política do Parlamento, acaba-se por chamar a atenção da sociedade para a importância dele
Fonte: UFGNet

Dia do Pau-brasil.



No dia 3 de maio comemora-se o Dia Nacional do Pau-brasil






Pau-brasil é o nome genérico que se atribui a várias espécies de árvores do gênero Caesalpinia presentes na região da Mata Atlântica brasileira. O nome de nosso país teve origem nesta árvore.

Uma das características mais importantes do pau-brasil é a madeira pesada com a presença interna de um extrato que gera uma espécie de tinta vermelha. Por ser de alta qualidade, a madeira desta árvore é muito usada na fabricação de instrumentos musicais como, por exemplo, violinos, harpas e violas.

A presença de pau-brasil na Mata Atlântica era muito grande até o século XVI. Porém, com a chegada dos portugueses ao Brasil teve inicio a extração predatória do pau-brasil. Os portugueses extraíam a madeira para vender no mercado europeu. A madeira era transformada em móveis, enquanto o extrato era usado na produção de corante vermelho.

Atualmente, é baixa a presença de pau-brasil na Mata Atlântica. Inclusive, existe lei federal que considera crime o corte ilegal desta árvore.

A NOSSA PRÓPRIA ESTRELA...O SOL!


3 de Maio

Sol, a estrela que, por efeito gravitacional de sua massa, domina o sistema planetário que inclui a Terra.

Mediante a radiação de sua energia eletromagnética, comporta toda a energia que mantém a vida na Terra, porque todo o alimento e combustível procede em última instância das plantas que utilizam a energia da luz do Sol.
Por causa de sua proximidade com nosso planeta, e por ser uma estrela típica, o astro-rei é um recurso extraordinário para o estudo dos fenômenos estelares.
Sol constitui-se praticamente a única fonte de energia para a Terra.
É fácil imaginar o que aconteceria ao nosso planeta se esta energia viesse a faltar.
Não vivemos no receio de que isso aconteça, pois parece certo que o Sol não é agora diferente daquilo que era no passado, e nem será durante os próximos milhões de anos.
Todavia, os antigos demoraram muito tempo a convencer-se de que podiam confiar no Sol, talvez devido à recordação das suas temporárias desaparições (eclipses) ou de longos períodos de atenuação da sua radiação (cinzas vulcânicas ou longos períodos de mau tempo).
Os povos anglo-saxônicos ainda hoje lhe dedicam o dia mais belo da semana, aquele que nas línguas neolatinas é dedicado ao Senhor, isto é, o domingo.
As primeiras mitologias solares, divididas entre a admirada grandeza e potência do Sol e o seu obdiente caminho no céu, falam de um gigante de algum modo condenado a transportar a grande bola de fogo em torno do céu, em condições de total servidão após o período em que o astro se tinha desviado no seu movimento.
Estas lendas também poderiam encerrar algumas reminescências históricas.
A verdade é que a adoração do Sol sempre esteve presente nas primeiras civilizações, a par com a do fogo.
Sol era considerado, por muitas culturas, uma divindade.
Na Índia, Babilônia, antiga Pérsia, Egito e antiga Grécia, o ritual de adoração do Sol era comum.
Sol possuía uma bonita interpretação, visto como um símbolo de vida e seu ciclo diário, o resumo da existência humana: jovem pela manhã, madura ao meio-dia, velha ao entardecer.
Acredita-se que o jogo de bola simbolizasse o combate entre as forças antagônicas do cosmos: o bem contra o mal, o Sol contra a Lua, o Céu contra a Terra.
Segundo os astecas, o papel do ser humano era defender o Sol para que este continuasse oferecendo a luz, o que exigia sacrifícios humanos.